Em uma aldeia esquecida, cercada por árvores tortas e névoa sem fim, havia um velho portão de ferro. Ninguém sabia quem o construiu — ele não levava a lugar nenhum. Atrás dele havia apenas névoa e sombras. Mas os aldeões sussurravam uma regra todos os Halloweens: "Nunca fique diante do portão à meia-noite."
Numa noite de Halloween, um menino curioso chamado Aron riu das histórias. "É apenas metal e ferrugem," disse ele, caminhando até ao Gate quando o relógio bateu doze.
O vento parou. O ar congelou. As barras de ferro começaram a ranger, abrindo-se lentamente sozinhas. Da névoa, mãos pálidas
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