A vida nem sempre é repleta de esplendor e brilho; tudo de bom vem do contentamento interior, do amor nos olhos e da atitude de simplificar o complexo no mundo infinito. Este mundo efémero, tudo tem arrependimentos, tudo também vale a pena, vendo as perdas e ganhos com uma mente serena. Somos todos viajantes do tempo, carregando nossas mochilas, atravessando montanhas, rios e mares, vendo as flores desabrocharem e as folhas caírem. Aqueles que passam ao nosso lado, aquelas coisas que não se completaram, tornam-se pistas na nossa vida, e, em um determinado momento, de repente, encontramos a resposta. Aprender a fazer as pazes com o eu imperfeito, abraçar a vida incompleta com ternura. A lua cheia é uma pintura, a lua minguante é poesia, o arrependimento é a cor de fundo da vida, e o amor é a melhor receita para combater tudo.
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A vida nem sempre é repleta de esplendor e brilho; tudo de bom vem do contentamento interior, do amor nos olhos e da atitude de simplificar o complexo no mundo infinito. Este mundo efémero, tudo tem arrependimentos, tudo também vale a pena, vendo as perdas e ganhos com uma mente serena. Somos todos viajantes do tempo, carregando nossas mochilas, atravessando montanhas, rios e mares, vendo as flores desabrocharem e as folhas caírem. Aqueles que passam ao nosso lado, aquelas coisas que não se completaram, tornam-se pistas na nossa vida, e, em um determinado momento, de repente, encontramos a resposta. Aprender a fazer as pazes com o eu imperfeito, abraçar a vida incompleta com ternura. A lua cheia é uma pintura, a lua minguante é poesia, o arrependimento é a cor de fundo da vida, e o amor é a melhor receita para combater tudo.