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Tenho lido algumas opiniões interessantes recentemente sobre como a IA está a transformar o panorama dos investimentos. Michael Saylor, da MicroStrategy, tem feito alguns pontos sólidos sobre o papel do Bitcoin em tudo isto.
Então aqui está o cenário: Chamath Palihapitiya dizia basicamente que a IA vai comprimir as vantagens competitivas muito mais rápido do que pensamos. As empresas podem ver o seu potencial de crescimento a longo prazo ser gravemente afetado, e as avaliações das ações podem acabar por depender mais dos lucros a curto prazo do que do potencial futuro. Coisa bastante preocupante, se pensarmos bem.
Mas a resposta de Michael Saylor foi o que chamou a minha atenção. Ele argumenta que, quando estás nesse tipo de ambiente — onde as mudanças tecnológicas acontecem constantemente e as empresas perdem as suas vantagens competitivas — o capital vai fluir para algum lado. E esse lado, segundo Saylor, pode ser o Bitcoin.
A lógica dele: o Bitcoin funciona como o que ele chama de 'capital digital' precisamente porque não é vulnerável às mesmas perturbações. Oferta limitada, descentralizado, sem vantagem competitiva a ser erodida. Michael Saylor vê-o como o tipo de ativo que realmente beneficia da incerteza económica impulsionada pela rápida mudança tecnológica.
Palihapitiya também mencionou a computação quântica como uma ameaça potencial no futuro — algo que poderia comprometer os sistemas criptográficos atuais. Mas Saylor também fez um bom ponto aí: se a computação quântica se tornar um problema, não é só o Bitcoin que será afetado. Toda a infraestrutura digital precisaria de atualização — sistemas bancários, protocolos de internet, plataformas de IA, tudo. Portanto, não é como se o Bitcoin fosse vulnerável de forma única.
A narrativa mais ampla aqui é interessante para quem pensa em posicionamento de portfólio. Se acreditas na ideia de que a disrupção pela IA acelera a decadência competitiva, então ativos como o Bitcoin começam a parecer menos uma especulação e mais uma proteção contra o sistema financeiro em si. É exatamente isso que Michael Saylor está a sugerir.
Vale a pena ficar atento a como esta conversa evolui à medida que a IA continua a avançar.