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Na semana passada, após a notícia de um cessar-fogo, os mercados de ações, títulos e petróleo seguiram trajetórias diferentes —
As ações americanas (linha vermelha) tiveram um desempenho melhor do que o petróleo americano (linha verde), enquanto os títulos americanos (linha azul) tiveram um desempenho inferior ao petróleo.
Até certo ponto, esse movimento representa uma votação dos investidores nos três mercados sobre o rumo da guerra entre EUA e Irã —
1) O mercado de ações está mais próximo da liquidez. Acredita-se que o núcleo da precificação das ações americanas não está no Oriente Médio, mas em Washington.
Portanto, a guerra é apenas um evento; enquanto o risco for controlável, a volatilidade dos ativos será eventualmente reparada.
2) O petróleo está mais próximo do risco geopolítico. O mercado não acredita na retórica de relaxamento, pois o Estreito de Hormuz continua lá, e o risco físico não desapareceu, o que manterá os problemas de fornecimento.
3) Os títulos são os mais interessantes, pois estão mais próximos do custo político, apostando em uma trajetória de redução de taxas de juros mais complexa.
Devido aos atuais desafios de inflação e pressão fiscal, isso significa que os EUA agora têm dificuldade em transferir os custos da guerra de forma econômica, como faziam no passado —
E, no final, isso pode levar a uma maior compressão do espaço de política interna dos EUA.