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Tenho explorado alguns dados históricos incríveis sobre os preços dos carros e, honestamente, é bastante impressionante ver o quanto as coisas mudaram. Por exemplo, já se perguntou quanto custava um carro em 1965? Naquela altura, podia adquirir um Chevrolet Impala novo por cerca de $19k na moeda de hoje, o que parece razoável até perceber que o salário médio na altura não chegava nem perto disso. Todo o panorama económico era simplesmente diferente.
O que realmente me fez refletir foi como o preço dos veículos conta a história da própria América. Em 1950, logo após a guerra, quando todos estavam otimistas quanto ao futuro, podia-se comprar um Ford usado por menos de $12k (ajustado). As pessoas tinham dinheiro para gastar e a indústria automóvel estava em alta. Mas depois, saltamos para 1973, quando os preços do petróleo dispararam e a recessão atingiu, e de repente os preços dos carros subiram quase $500 em apenas um ano. Isso é louco.
Os anos 80 também foram interessantes. Estava a analisar dados de 1981 e os carros novos estavam a ultrapassar os $20 mil, mas então o desemprego atingiu 10,8% em 1982 e os preços continuaram a subir. É como se, independentemente do caos económico, os carros continuassem a ficar mais caros. No final dos anos 90, estávamos a falar de $25-30 mil por um veículo novo decente.
O que mais me surpreendeu foi comparar diferentes épocas. Em 1960, um Volkswagen novo custava cerca de $14,3 mil ajustados. Avançando para 2000, podia-se comprar um Nissan Pathfinder por $42,7 mil. Depois, em 2020, com a pandemia a afetar fortemente, os preços estabilizaram um pouco. O Tesla Model 3 em 2019 custava cerca de $55,5 mil, o que mostra como o mercado se voltou para os veículos elétricos.
A parte mais louca? Quando olhamos para salários versus preços dos carros. Em 1953, o salário médio de um professor era de $4.254 por ano, e um carro novo custava pouco menos de $4 mil. Ou seja, um salário anual dava para comprar um carro. Agora? Uma grande parte da sua renda anual vai para um carro. A proporção virou completamente de cabeça para baixo.
É fascinante como as calculadoras de inflação nos mostram que comprar um carro em décadas diferentes exigia compromissos financeiros totalmente distintos em relação ao que as pessoas realmente ganhavam. Os dados realmente colocam em perspectiva o quanto o custo de vida mudou.