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Recentemente, ao analisar análise técnica, revi a formação de cunha e percebi que muitas pessoas ainda têm uma compreensão equivocada sobre ela. A cunha é uma formação bastante útil nos mercados financeiros, o segredo está em entender a lógica por trás dela.
Existem dois tipos de cunha: a de alta e a de baixa. Vou começar pela de alta. A característica da cunha de alta é que, durante a sua formação, os picos e os fundos vão sendo progressivamente mais altos, mas há um detalhe — a linha de tendência superior (a que conecta os picos) tem uma inclinação mais suave do que a linha inferior. O que isso significa? Que o poder dos compradores está a diminuir gradualmente, mesmo que os preços estejam a atingir novas máximas, a velocidade dessas máximas está a diminuir. Normalmente, isso é um sinal de alerta de baixa: se o preço romper o suporte inferior, pode haver uma queda mais acentuada.
Por outro lado, a cunha de baixa ocorre quando, durante a queda, os fundos e os picos vão sendo progressivamente mais baixos, mas a linha de tendência inferior (a que conecta os fundos) tem uma inclinação mais íngreme do que a superior. O que indica? Que o poder dos vendedores está a enfraquecer, mesmo que os preços continuem a atingir novas mínimas, a velocidade dessas mínimas está a diminuir. Geralmente, isso é um sinal de alta: se o preço romper a resistência superior, pode haver uma subida significativa.
Vou destacar um ponto que muitas pessoas tendem a ignorar: o volume de negociação. Durante a formação da cunha, o volume costuma diminuir, indicando que as forças de ambos os lados estão a equilibrar-se e o mercado está a acumular energia. Mas, quando o preço realmente rompe os limites da cunha, o volume deve aumentar de forma clara — esse é o sinal de que a ruptura é confiável. Se o volume não acompanhar, a ruptura pode ser uma falsa quebra, e é preciso ter cuidado.
Outro detalhe importante é o período de tempo. Quanto mais longa for a formação da cunha, mais evidente será o movimento subsequente. Cunhas de curto prazo podem ser mais adequadas para operações de curto prazo, enquanto cunhas de longo prazo merecem a atenção de traders de médio e longo prazo.
Vou dar um exemplo prático. No início até meados de 2023, uma ação de tecnologia (TechCo) formou uma cunha de alta bem clara no gráfico diário. O preço atingia novas máximas, mas a cada nova alta, o ganho era menor, e o volume também diminuía. Quando o preço rompeu a linha de tendência inferior, acompanhado de aumento de volume, a ação caiu bastante, confirmando a previsão dessa formação. Quem entrou vendido perto da linha de tendência, colocou o stop acima da última máxima, e o alvo foi calculado com base na altura da cunha, obtendo lucro no final.
Outro exemplo: uma cunha de baixa no ouro, de início a meados de 2024, no gráfico de 4 horas. O preço atingia novas mínimas, mas a cada nova mínima, a queda era menor, indicando que o poder dos vendedores estava a diminuir. Quando o preço rompeu a linha de tendência superior, com volume aumentado, o ouro subiu bastante. Quem entrou comprado perto da linha de tendência superior, colocou o stop abaixo da última mínima, e o alvo foi calculado com base na altura da cunha, também obtendo lucro.
Mas preciso enfatizar que, embora a cunha seja uma formação técnica comum, ela nem sempre funciona perfeitamente. Falhas acontecem, por isso é fundamental combiná-la com outros indicadores técnicos e o contexto do mercado para confirmação. Não se deve operar apenas por ver uma cunha, pois isso aumenta o risco.
Na verdade, operações bem-sucedidas nunca dependem de um único padrão, mas sim da combinação de análise técnica, fundamentos e gestão de risco. A cunha é uma ferramenta que ajuda a identificar possíveis pontos de reversão ou continuação, mas o que realmente determina o sucesso ou fracasso na negociação é o seu sistema de trading e disciplina. Se você acompanha BTC, ETH, BNB e outros ativos principais na Gate, também pode usar a análise de cunhas para estudar seus movimentos — quem sabe, descobrir boas oportunidades de negociação.