SUI está a atingir novos patamares com volume sem precedentes e procura institucional

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Após a Lei Geniuses, o papel dos investidores institucionais no mercado de criptomoedas mudou completamente. No início de 2026, na conferência Consensus Hong Kong, a liderança sénior da Sui deu sinais claros de que o volume e a demanda institucionais nunca estiveram tão altos. A tendência de crescimento em ativos digitais e finanças descentralizadas redefiniu a estrutura fundamental do mercado.

A Lei Geniuses acelerou a entrada institucional na cripto

Segundo Stephen McIntosh, diretor de investimentos do grupo Sui Holdings, 2025 deve ser marcado como “o ano histórico de adoção institucional”. O crescimento dos veículos de tesouraria de ativos digitais (DAT) e o sucesso dos ETFs de Bitcoin à vista são provas claras disso. McIntosh afirmou explicitamente que, após o quadro legal da Lei Geniuses, houve um aumento significativo na conscientização e demanda institucional no setor de cripto, especialmente em tokenização e stablecoins.

Apesar das oscilações de sentimento do mercado, as mudanças estruturais são evidentes. Com volumes recorde em opções e a entrada de grandes empresas de trading como Citadel e Jane Street nos mercados de cripto, indica-se que “o mercado nunca foi tão grande”. Trata-se de uma tendência de longo prazo, na qual as maiores instituições financeiras do mundo estão investindo em infraestrutura e talento.

Tokenização e liquidação instantânea: convergência de DeFi com finanças tradicionais

Evan Cheng, CEO da Mistaken Labs, apresentou a direção futura como uma “convergência” em vez de uma “competição”. Produtos financeiros tradicionais geralmente liquidados em T+1 ou mais, enquanto DeFi opera em T+0 — uma “melhor produto” em termos de liquidação.

Segundo Cheng, essa convergência acontecerá por meio da tokenização. Quando você recebe um ativo e pode imediatamente adquiri-lo e emprestá-lo, é possível nivelar estratégias DeFi com exposições tradicionais. Sobre a possível competição entre ETFs e DeFi, Cheng indicou que o desenvolvimento de produtos seguirá um caminho natural. A entrada institucional inicial pode ser cautelosa, mas ao longo do tempo, mecanismos de geração de receita e outros recursos on-chain serão incorporados.

Infraestrutura e baixa latência: vantagem competitiva da Sui

Ambos os executivos destacaram a infraestrutura da Sui como uma proposta distinta. McIntosh descreveu a Sui como “uma proposta diferente”, criada por ex-engenheiros do Facebook por trás do projeto Libra. Essa plataforma oferece baixa latência e alta capacidade de throughput, ideal para casos de uso emergentes como “negociação por agentes”, onde inteligência artificial e transações on-chain se encontram.

O design de baixa latência e a capacidade de tooling geral visam especialmente fortalecer aplicações financeiras compostáveis. Essa diferenciação técnica prepara a Sui não apenas para mercados tokenizados, mas também para futuros sistemas financeiros alimentados por IA. Com o aumento do volume de mercado e a demanda institucional, essas capacidades de infraestrutura se tornam a base para o sucesso a longo prazo.

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