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Após Genius Act: A Ascensão dos Stablecoins de Pagamento e a Era da Transformação do Fintech
Em meados de 2025, com a aprovação da lei Genius Act, iniciou-se uma mudança profunda nos setores de criptomoedas e finanças tradicionais. Stablecoins que geram rendimento enfrentam forte resistência do setor bancário, enquanto stablecoins de pagamento conquistam rapidamente a preferência do mercado. Essa transformação não é apenas uma troca de ferramentas; marca o início de uma nova era de oportunidades para todos. A luta complexa entre fintech, crypto, bancos e grandes plataformas de internet intensificou-se num mercado cada vez mais instável.
De Lucro a Pagamento: A Nova Hierarquia do Setor
Recentemente, a indústria de crypto focava em gerar lucros, mas esse paradigma mudou completamente. As funções de pagamento tornaram-se centrais; tecnologias de agentes e stablecoins estão redefinindo a relação entre fintech e crypto. A era do lucro acabou, começou a era do pagamento—parece simples, mas representa uma mudança estrutural radical.
Meta voltou a focar em stablecoins. Google formou uma aliança com mais de 60 empresas. Stripe definiu stablecoins e agentes como elementos-chave do futuro. Apesar de PayPal ter lançado o $PYUSD anteriormente, a proposta do protocolo x402 da Coinbase enviou sinais mistos ao mercado. Aqui surge a questão: qual é a origem da guerra de pagamentos e quem são os principais players?
A resposta é complexa. Plataformas como Stripe buscam uma nova narrativa, enquanto gigantes como Meta e Google querem participar do lucro das canais. Tether e Circle têm estratégias completamente diferentes. Nesse conflito multilateral, todos—sejam fintechs ou bancos tradicionais—tentam proteger suas vantagens.
O Verdadeiro Problema do Fintech: A Ameaça Mais Próxima do que a Cripto
Embora os desafios da indústria de crypto sejam amplamente discutidos, os obstáculos enfrentados pelo setor de fintech são ainda mais sérios. Um fato muitas vezes ignorado: fintechs não conseguiram criar um canal de pagamento verdadeiramente independente do sistema bancário. Serviços de transferências internacionais da Wise ou ferramentas de pagamento da Stripe continuam dependentes da infraestrutura bancária.
Apesar do valor de mercado da Stripe, US$159 bilhões, seu volume de transações reais é muito menor. É cinco vezes maior que o valor da Adyen (US$35 bilhões) e mais de treze vezes o da Checkout.com (US$12 bilhões), mas o volume de negócios efetivo não acompanha esses números. Essa alavancagem vem de investimentos emocionais em stablecoins e tecnologias de agentes.
O setor fintech atingiu seu auge após a crise de 2008 e especialmente durante a pandemia. PayPal atingiu US$340 bilhões em valor de mercado em 2021, mas e agora? Em 2026, todo o setor fintech precisará competir contra stablecoins e agentes. Essas tecnologias, vistas por alguns como traidoras do sistema financeiro, consolidaram-se no centro da regulação.
Tether e Circle: A Dinâmica da Diferenciação Estratégica
A competição entre USDT e USDC não é apenas uma disputa por stablecoins; representa o confronto de duas visões distintas. Tether aposta em fluxos de remessas de países em desenvolvimento e transferências pessoais. Circle lidera parcerias corporativas e fortalece seu ecossistema DeFi.
USDT movimenta US$80 bilhões na rede Tron, apoiando transferências em massa. Em países como Argentina e Nigéria, a dolarização de moedas locais equivale à conversão para USDT. Já USDC tornou-se padrão em protocolos DeFi e aplicações B2B. DEXs e plataformas de empréstimo preferem USDC; a maioria das exchanges centralizadas precifica liquidez em USDT.
As ações recentes da Tether são estratégicas. O lançamento do USAT com Lutnick pode ser uma tática de mercado, mas o investimento de US$200 milhões na Whop é mais significativo—equivale a comprar o canal de 18 milhões de usuários. Essa estratégia faz parte do cerco ao primeiro mundo por remessas de migrantes de países em desenvolvimento. América Latina e EUA, Ásia do Sul e Oriente Médio, mostram a força do USDT.
Segundo pesquisa conjunta da McKinsey e Artemis, o volume global de stablecoin é de US$35 trilhões, mas números mais realistas indicam muito menos. Aproximadamente US$390 bilhões representam pagamentos reais com stablecoins—menos de 0,02% do volume global de pagamentos. Apesar de os pagamentos B2B atingirem US$226 bilhões (crescimento anual de 733%), representam apenas 0,01% do total mundial.
Pressão Regulamentar e Contra-ataque do Sistema Bancário
A regulação é complexa. Após o Genius Act, Fed, OCC, CFTC e SEC facilitaram o uso de stablecoins de pagamento, mas limitaram as stablecoins que geram rendimento. Essa estratégia lembra a crise de “perda de depósitos” dos MMFs da Merrill Lynch na década de 1970. Assim como em 2013, quando Alipay e WeChat se espalharam, o setor bancário abandonou a proteção dos pequenos bancos.
Resultado: fintechs locais como PayPal sofreram. Bancos criam suas próprias stablecoins e controlam protocolos de pagamento para neutralizar ameaças. Para todos, fica claro: a integração multilateral favorece os vencedores unilaterais.
A infraestrutura de blockchain para fluxos monetários não é necessariamente ruim. Mas a questão é: ela substituirá completamente o banca ou será integrada a ele? Stablecoins que seguem o caminho do OCC continuam sob licença bancária. Produtos como USDC da Circle e FYUSD da BitGo estão cada vez mais restritos.
A Verdadeira Luta: Soberania Monetária na Blockchain
O futuro das stablecoins de pagamento não se limita ao volume de transferências. Empresas como Stripe precisam entender que soluções de Layer 2 e blockchain podem substituir redes de cartões de crédito. Mas o verdadeiro poder do fintech está em criar um novo produto financeiro que vá além do MMF e funções de pagamento—uma solução que combine ambos.
Peter Thiel apoia neobancos; Vitalik defende stablecoins de rendimento baseados em ETH. Vitalik tem uma visão mais clara: stablecoins de rendimento na Ethereum não podem lidar com modelos que não diversificam riscos. Soluções baseadas em ativos RWA são essenciais.
O problema é: se a receita na blockchain não for suficiente, não há como escapar da dominação do dólar. No final, isso será convertido pelo OCC em sistema bancário tradicional. Quem busca segurança perde liberdade; quem busca liberdade aceita o risco.
Aplicações B2B com USDC e transferências nacionais com USDT não são suficientes para adoção global em larga escala de stablecoins de pagamento. Essas soluções são transitórias e não serão os principais atores do futuro.
A geração de receita serviu como ferramenta de captação de clientes. Contra a resistência bancária, o impacto no offline cresce. Experimentos como $USDe e $xUSD mostram que o ambiente online também está se esgotando. É preciso analisar cuidadosamente o uso de pagamentos no mundo real.
Conclusão: Quem Sai Vencedor na Guerra dos Quatro?
Quatro forças iniciaram uma nova guerra no setor de pagamentos:
Nessa guerra, os atores—fintech, crypto, bancos e grandes plataformas—buscam garantir seus espaços. Stablecoins e agentes parecem ser os principais meios de pagamento, mas ninguém questiona se realmente precisam deles.
O futuro será definido pela aliança e conflito entre esses quatro lados. Uma certeza: o fracasso de USDT/USDC frente às taxas de títulos do governo mostra que o setor bancário consegue resistir ao ataque pela terceira vez. Assim, a narrativa de que o dinheiro deve permanecer totalmente na blockchain é adiada mais uma vez.