Quem entrou no ranking das países mais pobres do mundo com base no PIB per capita

As principais países pobres permanecem inalterados do ponto de vista dos indicadores económicos. De acordo com os últimos dados estatísticos do PIB per capita para 2025-2026, a maioria esmagadora dos países com os rendimentos mais baixos está na África e no Sudeste Asiático. Estas regiões enfrentam desafios sérios no desenvolvimento de infraestruturas e oportunidades económicas.

Pobreza crítica: países com menos de $600 per capita

Os países mais pobres do mundo apresentam rendimentos anuais entre $250 e $600. O líder deste sombrio ranking continua a ser o Sudão do Sul, com apenas $251. Seguem-se:

Iémen ($417) – país mergulhado numa crise humanitária. Burundi ($490) e a República Centro-Africana ($532) fecham o quarteto das regiões absolutamente pobres. A estes juntam-se Maláui ($580) e Madagascar ($595), onde a maior parte da população vive na extrema pobreza.

Rendimentos baixos: países na faixa de $600-$1500

O segundo grupo inclui países com uma situação económica algo melhor, mas ainda crítica. Sudão ($625), Moçambique ($663), RDC ($743) e Níger ($751) lutam contra a falta de investimentos e o desenvolvimento de setores básicos.

Nesta categoria encontram-se também Somália ($766), Nigéria ($807), Libéria ($908) e Serra Leoa ($916). Mali ($936), Gâmbia ($988) e Chade ($991) também fazem parte do segmento de países com PIB per capita criticamente baixo. Ruanda ($1,043), Togo ($1,053), Etiópia ($1,066) e Lesoto ($1,098) situam-se na parte inferior desta faixa, mas ainda não atingiram o nível mínimo aceitável de bem-estar.

Burquina Faso ($1,107), Guiné-Bissau ($1,126) e Mianmar ($1,177) continuam na lista de países com baixos indicadores. Tanzânia ($1,280), Zâmbia ($1,332) e Uganda ($1,338) demonstram progresso lento, mas visível.

Economias em desenvolvimento: PIB de $1500 a $3000

O terceiro grupo representa países que começam a sair da extrema pobreza. Tadjiquistão ($1,432), Nepal ($1,458) e Timor-Leste ($1,491) mostram sinais de desenvolvimento económico. Benim ($1,532) e Comores ($1,702) aumentam lentamente os seus indicadores.

Senegal ($1,811), Camarões ($1,865) e Guiné ($1,904) enquadram-se na categoria de países que se estão a integrar gradualmente na economia global. Laos ($2,096), Zimbabué ($2,199) e Congo ($2,356) continuam o processo de recuperação económica.

Ilhas Salomão ($2,379), Kiribati ($2,414) e Quénia ($2,468) representam economias em desenvolvimento. Mauritânia ($2,478) e Gana ($2,519) demonstram crescimento moderado graças ao desenvolvimento dos setores de recursos naturais. Papua-Nova Guiné ($2,565), Haiti ($2,672) e Bangladesh ($2,689) encontram-se na parte superior desta faixa.

Fecham a lista dos países mais pobres por PIB: Quirguistão ($2,747), Camboja ($2,870), Costa do Marfim ($2,872) e Índia ($2,878). Estes países, embora continuem na estatística global dos mais pobres, mostram um desenvolvimento mais dinâmico e oportunidades crescentes para a população em comparação com outros países do ranking.

A análise dos países mais pobres demonstra que a desigualdade económica continua a ser uma das questões mais agudas da economia global, exigindo investimentos sistemáticos em educação, infraestruturas e desenvolvimento de produções locais.

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