A volatilidade nos mercados energéticos globais, causada pela guerra com o Irão no Médio Oriente, pode complicar os planos da Fed para reduzir as taxas de juro. O aumento dos preços do petróleo e do gás natural, criando pressão adicional sobre a inflação, enfraqueceu significativamente as expectativas de redução das taxas de juro. Os economistas esperam que a Fed mantenha a taxa de juro inalterada na sua reunião de 18 de março. No entanto, muitos analistas previamente previram a primeira redução de taxa em junho. A guerra com o Irão, que rapidamente levou a um aumento nos preços da energia, forçou uma revisão dessas previsões. Na opinião dos analistas de Wall Street, o aumento dos preços da energia pode levar a aumentos de preços em muitas áreas, incluindo transporte, alimentos e serviços públicos. Esta situação coloca a Fed perante uma tarefa complexa. Por um lado, o banco central tenta reduzir a inflação para o nível alvo de 2% em base anual, e por outro, precisa de apoiar o mercado de trabalho, que apresenta sinais de desaceleração. O índice de despesas de consumo (PCE), um dos indicadores de inflação mais acompanhados pela Fed, publicado em 13 de março, mostrou que os preços continuaram a subir em janeiro. Notavelmente, este aumento ocorreu antes de o impacto da guerra com o Irão nos mercados energéticos ser plenamente sentido.

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