Até 16 de fevereiro de 2026, o preço do Bitcoin voltou a cair abaixo de 69.000 dólares, situando-se em 68.894,51 dólares, com uma queda de 1,32% nas últimas 24 horas, tendo recuado cerca de 45% desde o pico de 126.199 dólares em outubro de 2025. Esta rodada de queda é impulsionada por três fatores principais: primeiro, a saída contínua de fundos do ETF de Bitcoin à vista nos EUA, com uma retirada acumulada de mais de 4 bilhões de dólares nos últimos três meses, o que enfraquece a liquidez do mercado; segundo, a pressão de venda por parte de instituições, como a Strategy Inc., que apresenta perdas não realizadas de quase 80 bilhões de dólares, gerando preocupações no mercado sobre vendas por grandes investidores; terceiro, a instabilidade macroeconómica, com a expectativa de redução de taxas pelo Federal Reserve adiada, somada à correção das ações de tecnologia nos EUA, levando os ativos de risco a uma pressão geral. Do ponto de vista técnico, se o preço romper o suporte crucial de 60.000 dólares, poderá desencadear uma nova rodada de vendas de alavancagem, com analistas estimando um potencial espaço de queda de até 55%, até 31.000 dólares. O sentimento atual do mercado é cauteloso, com uma intensificação na luta entre fundos de compra na baixa e ordens de stop-loss, aumentando a volatilidade.
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Até 16 de fevereiro de 2026, o preço do Bitcoin voltou a cair abaixo de 69.000 dólares, situando-se em 68.894,51 dólares, com uma queda de 1,32% nas últimas 24 horas, tendo recuado cerca de 45% desde o pico de 126.199 dólares em outubro de 2025. Esta rodada de queda é impulsionada por três fatores principais: primeiro, a saída contínua de fundos do ETF de Bitcoin à vista nos EUA, com uma retirada acumulada de mais de 4 bilhões de dólares nos últimos três meses, o que enfraquece a liquidez do mercado; segundo, a pressão de venda por parte de instituições, como a Strategy Inc., que apresenta perdas não realizadas de quase 80 bilhões de dólares, gerando preocupações no mercado sobre vendas por grandes investidores; terceiro, a instabilidade macroeconómica, com a expectativa de redução de taxas pelo Federal Reserve adiada, somada à correção das ações de tecnologia nos EUA, levando os ativos de risco a uma pressão geral. Do ponto de vista técnico, se o preço romper o suporte crucial de 60.000 dólares, poderá desencadear uma nova rodada de vendas de alavancagem, com analistas estimando um potencial espaço de queda de até 55%, até 31.000 dólares. O sentimento atual do mercado é cauteloso, com uma intensificação na luta entre fundos de compra na baixa e ordens de stop-loss, aumentando a volatilidade.