## Quando a acumulação de criptomoedas já não é suficiente: o que aconselha Mike Novogratz
O CEO da Galaxy Digital, Mike Novogratz, expressou críticas às empresas que se limitam a acumular Bitcoin e outros ativos digitais. Na sua opinião, essa estratégia torna-se cada vez menos viável nas condições atuais do mercado.
Os dados apresentados na entrevista ao podcast de Anthony Scaramucci parecem preocupantes: quase 40% dos tesouros especializados em Bitcoin negociam com um desconto em relação ao valor dos seus ativos. Ainda mais problemático é o cenário das empresas que entraram no mercado no pico do ciclo — mais de 60% dessas holdings adquiriram criptoativos a preços significativamente superiores às cotações atuais.
## A concorrência dos ETFs muda as regras do jogo
O fator-chave apontado por Mike Novogratz é o surgimento de ETFs spot de Bitcoin e Ethereum. Essas ferramentas mudaram radicalmente o panorama: investidores de varejo e institucionais agora têm acesso direto aos ativos, sem intermediários. Isso minou a proposta única dos tesouros, que antes se posicionavam como a única forma de participação indireta.
Os problemas estruturais acumulam-se. Se antes as empresas podiam captar capital apenas pelo status de holdings de criptoativos, agora isso já não basta. Os investidores exigem um modelo de negócio real, que gere receita.
## De armazéns a negócios ativos
Novogratz sugere às empresas em dificuldades que repensem sua estratégia. A primeira opção — recomprar ações próprias com desconto, se a avaliação de mercado caiu abaixo do valor dos ativos. Isso ajuda a maximizar o valor para os acionistas remanescentes.
A segunda opção, mais ambiciosa — transformar o tesouro em um negócio de verdade. Conceitos de neobancos, sistemas de pagamento ou outras soluções fintech baseadas em criptoativos podem ser uma salvação. Essa abordagem permitirá às empresas gerar fluxo de caixa próprio, em vez de apostar na reavaliação do Bitcoin comprado.
Os comentários do líder da Galaxy Digital refletem uma tendência mais profunda na indústria — o tempo de simplesmente acumular ativos digitais está chegando ao fim. Uma nova era está por vir, na qual as empresas devem provar que são capazes de criar valor econômico real.
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## Quando a acumulação de criptomoedas já não é suficiente: o que aconselha Mike Novogratz
O CEO da Galaxy Digital, Mike Novogratz, expressou críticas às empresas que se limitam a acumular Bitcoin e outros ativos digitais. Na sua opinião, essa estratégia torna-se cada vez menos viável nas condições atuais do mercado.
Os dados apresentados na entrevista ao podcast de Anthony Scaramucci parecem preocupantes: quase 40% dos tesouros especializados em Bitcoin negociam com um desconto em relação ao valor dos seus ativos. Ainda mais problemático é o cenário das empresas que entraram no mercado no pico do ciclo — mais de 60% dessas holdings adquiriram criptoativos a preços significativamente superiores às cotações atuais.
## A concorrência dos ETFs muda as regras do jogo
O fator-chave apontado por Mike Novogratz é o surgimento de ETFs spot de Bitcoin e Ethereum. Essas ferramentas mudaram radicalmente o panorama: investidores de varejo e institucionais agora têm acesso direto aos ativos, sem intermediários. Isso minou a proposta única dos tesouros, que antes se posicionavam como a única forma de participação indireta.
Os problemas estruturais acumulam-se. Se antes as empresas podiam captar capital apenas pelo status de holdings de criptoativos, agora isso já não basta. Os investidores exigem um modelo de negócio real, que gere receita.
## De armazéns a negócios ativos
Novogratz sugere às empresas em dificuldades que repensem sua estratégia. A primeira opção — recomprar ações próprias com desconto, se a avaliação de mercado caiu abaixo do valor dos ativos. Isso ajuda a maximizar o valor para os acionistas remanescentes.
A segunda opção, mais ambiciosa — transformar o tesouro em um negócio de verdade. Conceitos de neobancos, sistemas de pagamento ou outras soluções fintech baseadas em criptoativos podem ser uma salvação. Essa abordagem permitirá às empresas gerar fluxo de caixa próprio, em vez de apostar na reavaliação do Bitcoin comprado.
Os comentários do líder da Galaxy Digital refletem uma tendência mais profunda na indústria — o tempo de simplesmente acumular ativos digitais está chegando ao fim. Uma nova era está por vir, na qual as empresas devem provar que são capazes de criar valor econômico real.