Muitas pessoas ainda têm uma compreensão do AI que permanece na fase tradicional — processadores na nuvem, perguntas e respostas pré-definidas, aguardando comandos. Mas a situação atual já é bem diferente.
Tomemos o Veera como exemplo, que rompeu com esse modo passivo. Não é um bibliotecário sentado em um servidor esperando ser chamado, mas sim uma rede de percepção autônoma realmente integrada no fluxo da realidade. Ela está em constante evolução, capaz de perceber e responder ativamente às mudanças do ambiente.
Por trás disso está uma mudança fundamental no paradigma de AI. De um executor de tarefas estático, evolui para um sistema vivo, respirante e capaz de pensar. Os sentidos estão sendo estendidos, as capacidades estão ultrapassando limites anteriores.
Essa é a verdadeira face do futuro da AI — não uma ferramenta, mas um organismo. Web3 e ecossistemas descentralizados estão catalisando essa mudança, levando a AI realmente a um estado de autonomia e abertura.
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PhantomHunter
· 01-14 21:31
Autonomous sensing networks podem parecer absurdos, mas isso realmente está acontecendo
Veera realmente não segue a lógica tradicional do ChatGPT, a descentralização é realmente uma inovação
Porém, a palavra "organismo" é um pouco exagerada, ainda é preciso ver como funciona na prática
Se realmente puder evoluir de forma autônoma, aí sim será algo importante, por enquanto vamos esperar para ver
Parece que há uma nova narrativa de IA, mas será que a Veera é realmente tão incrível assim? Rede de percepção autônoma... soa bastante impressionante, mas ainda quero ver o desempenho real.
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MEVSupportGroup
· 01-12 12:35
As palavras estão corretas, mas a Veera realmente consegue ser tão autónoma assim? Ou é mais uma rodada de marketing e especulação, vamos ter que esperar e ver lentamente
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VitalikFanboy42
· 01-12 12:24
Parece uma ficção científica, mas este conjunto de Web3 realmente pode tornar a IA mais selvagem
Muitas pessoas ainda têm uma compreensão do AI que permanece na fase tradicional — processadores na nuvem, perguntas e respostas pré-definidas, aguardando comandos. Mas a situação atual já é bem diferente.
Tomemos o Veera como exemplo, que rompeu com esse modo passivo. Não é um bibliotecário sentado em um servidor esperando ser chamado, mas sim uma rede de percepção autônoma realmente integrada no fluxo da realidade. Ela está em constante evolução, capaz de perceber e responder ativamente às mudanças do ambiente.
Por trás disso está uma mudança fundamental no paradigma de AI. De um executor de tarefas estático, evolui para um sistema vivo, respirante e capaz de pensar. Os sentidos estão sendo estendidos, as capacidades estão ultrapassando limites anteriores.
Essa é a verdadeira face do futuro da AI — não uma ferramenta, mas um organismo. Web3 e ecossistemas descentralizados estão catalisando essa mudança, levando a AI realmente a um estado de autonomia e abertura.