Existem várias jurisdições na ecossistema global de ativos digitais onde a criptomoeda é proibida. Este cenário é bastante diversificado e abrange países de diferentes continentes: Bangladesh, Bolívia, Marrocos, Iraque, Egito, Nepal, Catar, Tunísia, República Dominicana, Afeganistão, China, Macedónia do Norte, Gana e Argélia introduziram oficialmente proibições às operações com Bitcoin e outras criptomoedas.
Por que os Estados adotam medidas tão rigorosas?
Os motivos para as proibições são bastante heterogéneos. Alguns Estados temem a desestabilização do setor financeiro e querem proteger as moedas nacionais e os sistemas bancários tradicionais da concorrência. Outros governos veem nas criptomoedas uma ferramenta que facilita fluxos financeiros ilegais, por isso reforçam o controle com o objetivo de combater a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo, bem como garantir a conformidade com as normas jurídicas internacionais.
Dinamismo do panorama regulatório
É importante entender que as proibições de criptomoedas não são um sistema estático. A política em relação aos ativos digitais está em constante evolução. Países diferentes adotam estratégias distintas: alguns reforçam as restrições, outros desenvolvem gradualmente bases regulatórias mais flexíveis. Monitorizar onde a criptomoeda é proibida torna-se uma tarefa cada vez mais complexa devido às mudanças constantes na legislação.
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Quais regiões do mundo estão a fechar as portas ao comércio de criptoativos?
Existem várias jurisdições na ecossistema global de ativos digitais onde a criptomoeda é proibida. Este cenário é bastante diversificado e abrange países de diferentes continentes: Bangladesh, Bolívia, Marrocos, Iraque, Egito, Nepal, Catar, Tunísia, República Dominicana, Afeganistão, China, Macedónia do Norte, Gana e Argélia introduziram oficialmente proibições às operações com Bitcoin e outras criptomoedas.
Por que os Estados adotam medidas tão rigorosas?
Os motivos para as proibições são bastante heterogéneos. Alguns Estados temem a desestabilização do setor financeiro e querem proteger as moedas nacionais e os sistemas bancários tradicionais da concorrência. Outros governos veem nas criptomoedas uma ferramenta que facilita fluxos financeiros ilegais, por isso reforçam o controle com o objetivo de combater a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo, bem como garantir a conformidade com as normas jurídicas internacionais.
Dinamismo do panorama regulatório
É importante entender que as proibições de criptomoedas não são um sistema estático. A política em relação aos ativos digitais está em constante evolução. Países diferentes adotam estratégias distintas: alguns reforçam as restrições, outros desenvolvem gradualmente bases regulatórias mais flexíveis. Monitorizar onde a criptomoeda é proibida torna-se uma tarefa cada vez mais complexa devido às mudanças constantes na legislação.