Terapias génicas para perda auditiva marcam nota encorajadora numa modalidade em dificuldades

Apesar dos desafios recentes e das preocupações com a segurança na área mais ampla da terapia genética, as terapias direcionadas à perda auditiva estão a mostrar potencial. A Eli Lilly e a Regeneron estão a liderar o desenvolvimento de terapias gênicas para a surdez congénita, com ambas as empresas a reportar melhorias clinicamente significativas em ensaios iniciais. Especialistas sugerem que a administração localizada e as menores quantidades de medicamentos necessárias para os tratamentos da perda auditiva contribuem para um melhor perfil de segurança, tornando esta uma área lucrativa e encorajadora para a inovação em terapia genética.

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