A América estaria em recessão sem os super-ricos?

OS ECONOMISTAS ADORAM o seu alfabeto. Eles descrevem os ciclos económicos como em forma de L (queda, depois estabilização), U (queda gradual, depois recuperação), V (igual, mas de forma acentuada) ou W (um V com uma pausa). Desde a covid-19, alguns passaram a usar outra letra. A recuperação pós-pandemia, temiam os pessimistas económicos, assemelhava-se a um K: para alguns (os ricos), subir; para outros (os pobres), descer. Desde então, especialmente na América, as preocupações com a “economia em forma de K”, onde o consumo dos super-ricos é tudo o que impede o boom de hoje de se transformar em crise, têm persistido.

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