Se Ding Yuanying visse a atual febre de jovens que escolhem entre "subir ao templo" ou "queimar incenso" no meio do trabalho e do progresso, talvez se emocionasse: aquele nó do verbo "depender", que parecia morto, assumiria uma nova forma.
Ding Yuanying apontou de forma aguda que o nó da visão tradicional reside na palavra "depender" — depender dos pais, depender dos amigos, depender do favor imperial, em suma, não depender de si mesmo, o que criou uma "cultura de fraqueza". E hoje, quando os jovens, sob a pressão da realidade, entram nos templos e trocam a busca por si mesmos por "buscar Buda", no fundo continuam esperando depositar suas esperanças em uma força externa poderosa, em busca de uma mudança na carreira, na sorte financeira ou na paz interior.
Mas essa febre de "queimar incenso" nem sempre é uma atitude passiva de "esperar e depender". Para muitas pessoas, ela se assemelha a um ritual psicológico para lidar com a ansiedade e buscar paz interior. Em um ambiente cheio de incertezas, queimar incenso oferece um momento de pausa, uma oportunidade de desabafar com sinceridade. Não necessariamente substitui a luta, mas pode ser uma forma temporária de aliviar emoções e organizar os pensamentos.
A verdadeira inspiração talvez resida no fato de que, tanto a "cultura de força" que Ding Yuanying valoriza, quanto essa atual febre de "queimar incenso", dependem do despertar interior e da coragem de agir. Após queimar incenso, a vida continua, e o caminho ainda precisa ser trilhado por si próprio. Reconhecer que não há um "salvador" externo, e que, no final, o que podemos confiar é aquele que luta e avança na realidade, essa consciência e resiliência talvez sejam a "fumaça sagrada" mais confiável diante de qualquer adversidade.
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LeftCoinFamily
· 16h atrás
Parece que a verdadeira filosofia está aqui
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LittlePotatoes2802
· 23h atrás
Felicidade repentina no Ano Novo 🤑
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BrotherLiangTalksAbou
· 01-19 05:02
A subscrição é apenas o começo do progresso!
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Se Ding Yuanying visse a atual febre de jovens que escolhem entre "subir ao templo" ou "queimar incenso" no meio do trabalho e do progresso, talvez se emocionasse: aquele nó do verbo "depender", que parecia morto, assumiria uma nova forma.
Ding Yuanying apontou de forma aguda que o nó da visão tradicional reside na palavra "depender" — depender dos pais, depender dos amigos, depender do favor imperial, em suma, não depender de si mesmo, o que criou uma "cultura de fraqueza". E hoje, quando os jovens, sob a pressão da realidade, entram nos templos e trocam a busca por si mesmos por "buscar Buda", no fundo continuam esperando depositar suas esperanças em uma força externa poderosa, em busca de uma mudança na carreira, na sorte financeira ou na paz interior.
Mas essa febre de "queimar incenso" nem sempre é uma atitude passiva de "esperar e depender". Para muitas pessoas, ela se assemelha a um ritual psicológico para lidar com a ansiedade e buscar paz interior. Em um ambiente cheio de incertezas, queimar incenso oferece um momento de pausa, uma oportunidade de desabafar com sinceridade. Não necessariamente substitui a luta, mas pode ser uma forma temporária de aliviar emoções e organizar os pensamentos.
A verdadeira inspiração talvez resida no fato de que, tanto a "cultura de força" que Ding Yuanying valoriza, quanto essa atual febre de "queimar incenso", dependem do despertar interior e da coragem de agir. Após queimar incenso, a vida continua, e o caminho ainda precisa ser trilhado por si próprio. Reconhecer que não há um "salvador" externo, e que, no final, o que podemos confiar é aquele que luta e avança na realidade, essa consciência e resiliência talvez sejam a "fumaça sagrada" mais confiável diante de qualquer adversidade.