Há alguns dias, um amigo perguntou-me por que é que eu olho para o mercado muito menos do que ela, mas a minha conta não dá problemas. Ela disse que se passa o dia a mexer, e que quanto mais faz, mais perde.
Na altura, quis-me rir. Nos olhos dela, só há oscilações de minutos de cores vermelha e verde; nos meus, vejo o nível semanal, o ponto de vida ou morte — essa é a diferença.
O meu método de trading na verdade não tem nada de misterioso, vou explicar os pontos principais.
**Primeiro truque: Olhar apenas para os grandes níveis, ignorar as pequenas oscilações**
Eu basicamente ignoro as oscilações intradiárias. No gráfico de 4 horas, olho de passagem, só para ver se a estrutura está torta. O que realmente decide a minha direção são o gráfico diário e o semanal. Pensa bem, ao longo de um ano, os lucros ou perdas dependem do movimento nesses dois níveis; por que me preocupar com o ruído dos níveis menores?
**Segundo truque: Posicionamento leve, esperar pelo reconhecimento do semanal antes de aumentar**
Nunca acredito em entrar de uma só vez. Começo sempre com uma posição muito pequena, como uma pedra no rio, para testar as águas. Quando o semanal dá um sinal claro de fecho, começo a aumentar aos poucos, distribuindo o capital de forma gradual. Assim, se errar, saio rápido; se acertar, sigo com força total.
**Terceiro truque: Colocar o stop-loss bem largo, a ponto de não ser atingido pelo ruído**
Normalmente, coloco o stop-loss fora de uma zona de suporte ou resistência importante no gráfico semanal, com uma margem grande. Assim, o movimento diário do mercado não consegue me tirar do jogo. Por isso, raramente sou sacudido fora da posição, e não preciso ficar acordado até tarde a vigiar o mercado.
Depois de abrir uma posição, o meu dia a dia fica muito mais tranquilo. No fecho do mercado, gasto poucos minutos a rever o plano de trading: será que a tendência ainda está viva? Preciso ajustar alguma coisa ou já acabou? Depois, desligo o computador. Vou ao ginásio, escrevo um pouco de código, faço chá — ninguém consegue perceber que tenho sete dígitos de posição na conta.
Sempre acreditei nesta frase: o dinheiro é ganho sentado, não correndo. Pequenas perdas de stop várias vezes são apenas custos de aprendizagem. Desde que consiga apanhar uma ou duas grandes tendências, todas as perdas anteriores podem ser recuperadas e ainda sobra para cobrir um ano inteiro de despesas.
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Há alguns dias, um amigo perguntou-me por que é que eu olho para o mercado muito menos do que ela, mas a minha conta não dá problemas. Ela disse que se passa o dia a mexer, e que quanto mais faz, mais perde.
Na altura, quis-me rir. Nos olhos dela, só há oscilações de minutos de cores vermelha e verde; nos meus, vejo o nível semanal, o ponto de vida ou morte — essa é a diferença.
O meu método de trading na verdade não tem nada de misterioso, vou explicar os pontos principais.
**Primeiro truque: Olhar apenas para os grandes níveis, ignorar as pequenas oscilações**
Eu basicamente ignoro as oscilações intradiárias. No gráfico de 4 horas, olho de passagem, só para ver se a estrutura está torta. O que realmente decide a minha direção são o gráfico diário e o semanal. Pensa bem, ao longo de um ano, os lucros ou perdas dependem do movimento nesses dois níveis; por que me preocupar com o ruído dos níveis menores?
**Segundo truque: Posicionamento leve, esperar pelo reconhecimento do semanal antes de aumentar**
Nunca acredito em entrar de uma só vez. Começo sempre com uma posição muito pequena, como uma pedra no rio, para testar as águas. Quando o semanal dá um sinal claro de fecho, começo a aumentar aos poucos, distribuindo o capital de forma gradual. Assim, se errar, saio rápido; se acertar, sigo com força total.
**Terceiro truque: Colocar o stop-loss bem largo, a ponto de não ser atingido pelo ruído**
Normalmente, coloco o stop-loss fora de uma zona de suporte ou resistência importante no gráfico semanal, com uma margem grande. Assim, o movimento diário do mercado não consegue me tirar do jogo. Por isso, raramente sou sacudido fora da posição, e não preciso ficar acordado até tarde a vigiar o mercado.
Depois de abrir uma posição, o meu dia a dia fica muito mais tranquilo. No fecho do mercado, gasto poucos minutos a rever o plano de trading: será que a tendência ainda está viva? Preciso ajustar alguma coisa ou já acabou? Depois, desligo o computador. Vou ao ginásio, escrevo um pouco de código, faço chá — ninguém consegue perceber que tenho sete dígitos de posição na conta.
Sempre acreditei nesta frase: o dinheiro é ganho sentado, não correndo. Pequenas perdas de stop várias vezes são apenas custos de aprendizagem. Desde que consiga apanhar uma ou duas grandes tendências, todas as perdas anteriores podem ser recuperadas e ainda sobra para cobrir um ano inteiro de despesas.