Consegues imaginar uma internet que entenda exatamente o que precisas antes de o pedires? Isso é Web3, a próxima versão da rede que está em desenvolvimento há anos.
O que mudaria?
Web3 se diferencia de tudo o que veio antes porque descentraliza o controle. Enquanto a Web 1.0 era basicamente sites estáticos (1989-2000) e a Web 2.0 trouxe as redes sociais onde o Google, a Meta e a Amazon dominam os seus dados, a Web3 promete devolver esse poder aos usuários.
A chave: blockchain, criptomoedas, NFTs e contratos inteligentes seriam a base. Sem intermediários. Sem que a Amazon ou o Google controlem a sua informação.
As vantagens que promete
Controle real sobre os seus dados: você decide quem tem acesso e ganha dinheiro por isso
Transparência radical: todas as transações visíveis, auditáveis
Finanças sem bancos: DeFi permitiria créditos, vendas e pagamentos sem pedir permissões
Inteligência IA personalizada: conteúdo adaptado a você sem que corporações o controlem
Os problemas que ninguém menciona
Segurança frágil: os contratos inteligentes foram hackeados, as trocas de cripto foram roubadas
Complexidade brutal: a maioria dos usuários não entende nem o básico de blockchain
Sem regulação: sem autoridades centrais, não há proteção como na Web 2.0
Gasto energético brutal: as blockchains são caros e poluentes
Quando chega?
A transição do Web 1.0 para o Web 2.0 levou mais de 10 anos. A Gartner estima que 25% das empresas terão dApps descentralizadas em 2024, mas integradas em apps centralizadas. A realidade: faltam pelo menos 10-15 anos mais para um Web3 funcional e massivo.
A maioria das tecnologias de Web3 já existem —Bitcoin (2009), Ethereum (2015)— mas são lentas, caras e a média dos usuários não as entende.
A verdadeira mudança
O interessante não é a tecnologia, mas quem lhe retira poder: as big tech. Mas isso também significa menos moderação, mais fraudes potenciais e uma internet mais selvagem.
Por enquanto, o Web3 existe, mas é um nicho. Os gigantes da tecnologia (Google, Meta, Microsoft) já estão adicionando blockchain aos seus produtos, mas mantêm-no centralizado. Então… Web3 genuíno ou apenas marketing?
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Web3: A Internet do Futuro que Pode Mudar Tudo
Consegues imaginar uma internet que entenda exatamente o que precisas antes de o pedires? Isso é Web3, a próxima versão da rede que está em desenvolvimento há anos.
O que mudaria?
Web3 se diferencia de tudo o que veio antes porque descentraliza o controle. Enquanto a Web 1.0 era basicamente sites estáticos (1989-2000) e a Web 2.0 trouxe as redes sociais onde o Google, a Meta e a Amazon dominam os seus dados, a Web3 promete devolver esse poder aos usuários.
A chave: blockchain, criptomoedas, NFTs e contratos inteligentes seriam a base. Sem intermediários. Sem que a Amazon ou o Google controlem a sua informação.
As vantagens que promete
Os problemas que ninguém menciona
Quando chega?
A transição do Web 1.0 para o Web 2.0 levou mais de 10 anos. A Gartner estima que 25% das empresas terão dApps descentralizadas em 2024, mas integradas em apps centralizadas. A realidade: faltam pelo menos 10-15 anos mais para um Web3 funcional e massivo.
A maioria das tecnologias de Web3 já existem —Bitcoin (2009), Ethereum (2015)— mas são lentas, caras e a média dos usuários não as entende.
A verdadeira mudança
O interessante não é a tecnologia, mas quem lhe retira poder: as big tech. Mas isso também significa menos moderação, mais fraudes potenciais e uma internet mais selvagem.
Por enquanto, o Web3 existe, mas é um nicho. Os gigantes da tecnologia (Google, Meta, Microsoft) já estão adicionando blockchain aos seus produtos, mas mantêm-no centralizado. Então… Web3 genuíno ou apenas marketing?