A condição mais clara da vida não é se tornar indiferente após enxergar tudo,


mas sim, após entender que a vida nem sempre é justa, que os relacionamentos nem sempre duram, que o esforço nem sempre traz recompensa imediata, ainda assim, querer viver seriamente.
Ao longo da vida, muitas dores vêm da “expectativa”.
Esperar que os outros te entendam, esperar que o esforço seja correspondido, esperar que a sinceridade troque sinceridade, esperar que as coisas sigam a direção que você imaginou.
Mas depois você percebe lentamente que nem todos no mundo valorizam, nem todos os sentimentos têm um final, e nem todo esforço floresce imediatamente.
A pessoa precisa aprender a aceitar:
algumas pessoas só podem acompanhar você por um trecho,
algumas coisas, por mais que você se insista, não terão resposta,
algumas mágoas, mesmo que sejam ditas, talvez ninguém realmente compreenda.
A verdadeira clareza na vida é não mais depositar toda a felicidade nos outros.
Quando as pessoas vêm, você as recebe;
quando vão, você não desaba.
Ser compreendido é bom, mas não ser compreendido também permite seguir em frente.
Se alguém aprecia você, agradeça;
se ninguém reconhece, você não nega a si mesmo.
Porque, no final, quem realmente te acompanha pelos baixos e noites escuras é só você mesmo.
Cada vez mais, sinto que a habilidade mais importante do ser humano não é agradar alguém, nem provar algo para alguém,
mas sim, possuir uma força de “crescimento interior”.
Seja o mundo agitado ou silencioso, não se deixe levar facilmente.
Na prosperidade, não se embriague;
na adversidade, não desista;
quando amado, não se perca;
quando perder, não se afunde.
Você pode ficar triste, pode desmoronar, pode duvidar de si mesmo por um tempo,
mas nunca fique preso por muito tempo na opinião dos outros ou nas mágoas do passado.
A vida nunca foi uma simples vitória ou derrota,
é mais como uma longa jornada de autodescoberta.
Alguns caminham rápido, outros devagar,
alguns parecem bem por fora, mas têm suas dores por trás.
Não há necessidade de sempre se comparar com os outros,
pois o ritmo de cada destino é diferente.
O que realmente pertence a você, mesmo sem esforço, se aproxima;
o que não é seu, por mais que tente, só te cansará.
Portanto, a melhor maneira de viver o resto da vida é:
relaxar o coração, encarar as coisas com leveza, cuidar bem de si mesmo.
Menos desgaste interno, menos conflitos, menos provas sem sentido.
Trabalhar sério, viver sério, amar a si mesmo com dedicação.
Quando for hora de se esforçar, dê tudo;
quando for hora de deixar ir, seja claro e decisivo.
Que possamos, ao enxergar a verdade da vida, ainda manter a bondade;
ao experimentar as mudanças humanas, ainda preservar a temperatura do coração;
e, após tropeços e quedas, ainda acreditar que merece uma vida melhor.
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