Sabe, já faz alguns anos que Michael Burry ficou em silêncio nas suas redes sociais. E de repente — bum! — aparece com um post curto, que literalmente levantou todo mundo do lugar. O cara, que em 2008 previu a crise hipotecária e lucrou bilhões com isso, não fala à toa.



O post é simples: às vezes você vê bolhas, às vezes precisa fazer algo com elas, às vezes é melhor simplesmente não jogar. É só isso. Mas quando fala Michael Burry, o mercado escuta.

Agora a situação está interessante. Nvidia dispara até máximas históricas, todo o setor de IA subiu, todo mundo grita sobre revolução. E Burry olha para isso e vê um padrão familiar — como os dot-com nos anos 2000. O fundo dele já vendeu a maior parte do portfólio e abriu shorts na Nvidia e ações chinesas. Um típico contra-tendência, como ele gosta.

É interessante que agora em todo lugar se ouve a palavra bolha. Mas há uma frase clássica de Keynes: o mercado pode ser irracional por muito mais tempo do que você consegue se manter solvente. Então, mesmo que Michael Burry esteja certo em suas preocupações, isso não significa que tudo vai desabar amanhã.

A questão é onde estamos agora. No limite do colapso ou ainda na própria euforia? A história mostra que bolhas sempre estouram, mas só depois que todo mundo está convencido de que desta vez é diferente. Então, olhe com atenção.
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