Recentemente tenho estudado obsessivamente a política do Oriente Médio, uma avaliação relativamente simples e ingênua, mas amplamente ignorada pelo mercado, é que: a maioria dos analistas e traders atualmente subestimam severamente a continuidade do conflito entre EUA e Irã.


A narrativa mainstream é — ambos têm demandas estratégicas, e enquanto um acordo for alcançado, o cessar-fogo será o único desfecho. Mas há um ponto tricky aqui: após a derrota na guerra de dez dias há dois meses, a legitimidade do governo iraniano foi quase desacreditada, e a vulnerabilidade do regime sob o comando de Khamenei e suas forças militares também foi plenamente exposta.
Os pequenos comerciantes do bazar iraniano e a base popular começaram a protestar nas ruas, o que difere significativamente da estrutura de protestos internos de anos anteriores.
Por outro lado, para um regime que escreve anti-EUA, anti-Israel e anti-imperialismo na constituição, essa guerra acabou se tornando uma ferramenta para revalidar sua legitimidade e desviar as contradições internas.
Nessa estrutura, o Irã não tem motivação para encerrar facilmente o conflito — acabar com a guerra é quase como acelerar o fim do seu regime ou, pelo menos
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