A Cúpula do BRICS na Índia quer conectar as MSMEs globais sob um único teto global

A cúpula do BRICS na Índia em andamento em Hyderabad tem como objetivo reunir todas as Micro, Pequenas e Médias Empresas (MSMEs) sob um setor global. Esses setores são geralmente considerados a espinha dorsal de um país em desenvolvimento, impulsionando o crescimento industrial, gerando empregos e desempenhando um papel importante no PIB de uma nação. Milhares de tais MSMEs operam em economias emergentes, gerenciando negócios de médio a pequeno porte.

A Índia, membro do BRICS, emprega mais de 110 milhões de pessoas no setor de MSMEs, oferecendo empregos para áreas rurais e urbanas. Milhares de MSMEs operam em parques industriais designados e são o coração da economia. Apesar de serem pequenas e médias empresas, as MSMEs contribuem com aproximadamente 30% do PIB da Índia, que é cerca de 4,2 trilhões de dólares. Este é um número coletivo, e elas também contribuem com 45% das exportações totais do país.

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Cúpula da Índia: MSMEs Sob Um Único Escopo do BRICS?

Fonte: Adobe Stock

A Aliança de Empreendedores do BRICS (BEA) na Índia propôs que todas as MSMEs dos países membros estejam sob um único teto. A proposta foi apresentada pelo Dr. Bhaskar Jyoti Sonowal, que foi recentemente eleito presidente do fórum global BEA. Isso marca um marco importante, pois agrupar as MSMEs em uma só pode mudar a direção das alianças.

A BEA apenas submeteu a proposta de MSME, e o BRICS discutirá isso na cúpula da Índia este ano. As decisões são baseadas em consenso, e todos os membros precisam concordar com a proposta. Se um acordo for alcançado, isso reformularia a forma como as MSMEs operam em países em desenvolvimento. Esses negócios, juntos, geram receitas de bilhões e podem impulsionar a aliança para o crescimento futuro.

A Índia preside a 18ª cúpula do BRICS em Nova Délhi, e o país gera a maior renda proveniente das MSMEs em comparação com os outros membros. Portanto, a Índia terá uma voz mais forte na proposta, pois detém a maior parte do mercado. A próxima cúpula decidirá se as MSMEs serão reunidas sob um único escopo.

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