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Interessante ver como a Itália redesenha a sua estratégia na África. A cimeira prevista na Etiópia este mês marca realmente uma viragem nas relações económicas Europa-África.
Roma aposta forte em Adis-Abeba como ponte diplomática e económica. A escolha não é casual: na Etiópia está a sede da União Africana, o que confere à cimeira uma dimensão muito além de um simples diálogo bilateral. Está claramente calculado.
O Plano Mattei italiano visa construir algo duradouro. Fala-se de energia, infraestruturas, desenvolvimento industrial. A Itália não procura apenas contratos de curto prazo, ela estabelece as bases de uma cooperação estruturada. E, sinceramente, é uma abordagem que as outras potências europeias estão a começar a entender agora.
Na energia, é o núcleo do jogo. Roma intensificou os seus laços com os produtores do Norte de África e subsaarianos. A Europa precisa diversificar as suas fontes, e a África oferece soluções reais em gás e energias renováveis. Os projetos de infraestruturas e os corredores de transporte tornam-se críticos. É também interessante notar que os capitais do Golfo estão a fluir para estes mesmos setores. Isto mostra o quão central a África se tornou nas cadeias de abastecimento globais.
Para além da energia, há toda a questão do setor manufatureiro. As PME italianas veem oportunidades reais em transferência de tecnologia, nomeadamente na transformação alimentar e nas máquinas. É um pragmatismo económico.
Para a Etiópia, acolher esta cimeira é também uma oportunidade. O país atravessa reformas macroeconómicas apoiadas pelo FMI, estabiliza o seu mercado cambial, procura atrair investimentos estrangeiros diretos. Esta cimeira torna-se uma plataforma para mostrar que as reformas funcionam e que o país está aberto a capitais europeus.
No geral, o que se vê é um recalibrar. A Itália posiciona-se como um parceiro pragmático, não idealista. Foco na segurança energética, no financiamento de infraestruturas, no crescimento do setor privado. À medida que a competição global pelos parcerias africanas se intensifica, o modelo italiano na Etiópia pode tornar-se uma referência para um envolvimento mais estruturado e centrado no investimento real.