Hong Kong: A Nova Capital Legal de Ativos Digitais
Até ao primeiro trimestre de 2026, a Comissão de Valores Mobiliários e Futuros (SFC) e a Autoridade Monetária de Hong Kong (HKMA) implementaram três passos regulatórios principais que estão a transformar fundamentalmente o setor. 1. Regime de Licenciamento Abrangente para VASP 2.0 Hong Kong passou a um novo quadro legal que cobre não só as bolsas, mas também corretores over-the-counter (OTC), fornecedores de serviços de custódia e gestores de carteiras. Licenciamento Obrigatório: É agora obrigatório obter autorização específica da SFC para fornecer consultoria em ativos virtuais ou gerir esses ativos dentro de Hong Kong. Sem Período de Transição: O período de "considerar" para os fornecedores existentes terminou oficialmente; todos os atores do mercado devem atingir conformidade total até 2026. 2. Regulamentações de Stablecoins e o Marco de Março de 2026 O regime de stablecoins de Hong Kong implementa uma das supervisões mais rigorosas para manter a estabilidade financeira. Respaldo Total em Reservas: A oferta de stablecoins a utilizadores de retalho é restrita, a menos que sejam apoiadas 1:1 por ativos de alta liquidez. Requisito de Licenciamento: Os emissores que não obtiverem licença até março de 2026 deverão retirar-se do mercado de Hong Kong. Isto abre caminho para dólares digitais confiáveis, não algorítmicos, e ativos atrelados ao Dólar de Hong Kong (HKD). 3. Inovação Institucional: Negociação de Margem e Colateralização O desenvolvimento mais empolgante anunciado em fevereiro de 2026 foi a decisão da SFC de permitir que ativos virtuais sejam aceites como colateral para negociação de margem. Aumento de Liquidez: As corretoras permitirão que clientes com perfis de crédito sólidos negociem usando ativos virtuais como colateral. Contratos Perpétuos: Fornecer um quadro legal para contratos perpétuos alavancados para investidores profissionais está a acelerar o fluxo de capital institucional para o mercado. Por Que Isto É Tão Crítico? Os passos tomados por Hong Kong visam dispersar as nuvens de "incerteza" no mundo cripto. A região promove a inovação enquanto protege a integridade do mercado através do seu roteiro estratégico denominado "A-S-P-I-Re" (Acesso, Segurança, Produtos, Infraestrutura e Relações). Perspectiva Profissional: A abordagem de Hong Kong não é banir as criptomoedas, mas integrá-las com a disciplina das Finanças Tradicionais (TradFi). Este será o fator mais importante para estabilizar a entrada de capital asiático no ecossistema cripto ao longo de 2026 e além.
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YamahaBlue
· 24m atrás
GOGOGO 2026 👊
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HighAmbition
· 32m atrás
Mãos de Diamante 💎
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Lock_433
· 56m atrás
Ape In 🚀
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Lock_433
· 56m atrás
Para a Lua 🌕
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Lock_433
· 56m atrás
LFG 🔥
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ybaser
· 1h atrás
Desejando-lhe grande riqueza no Ano do Cavalo 🐴
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ShizukaKazu
· 1h atrás
Ano do Cavalo, faça uma grande fortuna 🐴
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MasterChuTheOldDemonMasterChu
· 1h atrás
Obrigado por compartilhar informações tão valiosas, foi muito inspirador para mim🥰
Hong Kong: A Nova Capital Legal de Ativos Digitais
Até ao primeiro trimestre de 2026, a Comissão de Valores Mobiliários e Futuros (SFC) e a Autoridade Monetária de Hong Kong (HKMA) implementaram três passos regulatórios principais que estão a transformar fundamentalmente o setor.
1. Regime de Licenciamento Abrangente para VASP 2.0
Hong Kong passou a um novo quadro legal que cobre não só as bolsas, mas também corretores over-the-counter (OTC), fornecedores de serviços de custódia e gestores de carteiras.
Licenciamento Obrigatório: É agora obrigatório obter autorização específica da SFC para fornecer consultoria em ativos virtuais ou gerir esses ativos dentro de Hong Kong.
Sem Período de Transição: O período de "considerar" para os fornecedores existentes terminou oficialmente; todos os atores do mercado devem atingir conformidade total até 2026.
2. Regulamentações de Stablecoins e o Marco de Março de 2026
O regime de stablecoins de Hong Kong implementa uma das supervisões mais rigorosas para manter a estabilidade financeira.
Respaldo Total em Reservas: A oferta de stablecoins a utilizadores de retalho é restrita, a menos que sejam apoiadas 1:1 por ativos de alta liquidez.
Requisito de Licenciamento: Os emissores que não obtiverem licença até março de 2026 deverão retirar-se do mercado de Hong Kong. Isto abre caminho para dólares digitais confiáveis, não algorítmicos, e ativos atrelados ao Dólar de Hong Kong (HKD).
3. Inovação Institucional: Negociação de Margem e Colateralização
O desenvolvimento mais empolgante anunciado em fevereiro de 2026 foi a decisão da SFC de permitir que ativos virtuais sejam aceites como colateral para negociação de margem.
Aumento de Liquidez: As corretoras permitirão que clientes com perfis de crédito sólidos negociem usando ativos virtuais como colateral.
Contratos Perpétuos: Fornecer um quadro legal para contratos perpétuos alavancados para investidores profissionais está a acelerar o fluxo de capital institucional para o mercado.
Por Que Isto É Tão Crítico?
Os passos tomados por Hong Kong visam dispersar as nuvens de "incerteza" no mundo cripto. A região promove a inovação enquanto protege a integridade do mercado através do seu roteiro estratégico denominado "A-S-P-I-Re" (Acesso, Segurança, Produtos, Infraestrutura e Relações).
Perspectiva Profissional: A abordagem de Hong Kong não é banir as criptomoedas, mas integrá-las com a disciplina das Finanças Tradicionais (TradFi). Este será o fator mais importante para estabilizar a entrada de capital asiático no ecossistema cripto ao longo de 2026 e além.