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Deputados brasileiros criticam a política de impostos de 30% sobre ativos de criptografia: "injusta e sem compreensão do mercado"

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Fonte: PortaldoBitcoin Título Original: Áureo Ribeiro define como “horrível” imposto de 30% para regularizar criptomoedas Link Original: “Muito assustador.” O deputado federal brasileiro Áureo Ribeiro (Solidariedade-RJ) fez essa avaliação sobre uma norma do governo brasileiro que estabelece uma taxa de 30% para aqueles que desejam declarar criptomoedas não declaradas.

Durante uma entrevista na Conferência de Blockchain do Brasil em 2025, Ribeiro afirmou que, embora a regulamentação de criptomoedas tenha avançado significativamente este ano, o governo ainda está atrasado em questões fiscais.

As principais críticas dele estão direcionadas à atualização de bens especiais e ao sistema de regulamentação (Rearp), que foi publicado pelo governo federal através da Lei nº 15.265/2025 em 21 de novembro.

Esta medida, na verdade, oferece uma oportunidade para regularizar ativos que não estão em conformidade, permitindo que os investidores evitem penalizações futuras, desde que aceitem pagar os impostos estipulados e formalizem suas posições.

De acordo com as regras, os contribuintes devem declarar o valor de mercado dos ativos criptográficos com base na data de 31 de dezembro de 2024 (data estipulada por lei). Sobre esse montante, incide um imposto total de 30%, incluindo 15% de imposto fixo sobre ganhos de capital presumidos e 100% de multa sobre o imposto de renda (ou seja, mais 15% sobre os ganhos presumidos).

Na opinião do autor do quadro legal de criptomoedas de 2022, a escala dos impostos é o principal problema.

“É aterrador. Ultrapassa a realidade”, definiu Ribeiro. “Uma pessoa que deseja repatriar fundos nessas condições não o fará, porque não há atratividade. O governo espera que as pessoas tragam dinheiro de volta ao Brasil? Isso não faz sentido.”

Ribeiro afirmou que “o governo recebeu maus conselhos sobre este tema” e que falta diálogo com a indústria. “As expectativas do governo estão muito distantes do esperado. Precisamos de mais diálogo para avançar e garantir que esses recursos voltem ao Brasil.”

Ribeiro mencionou outro problema que a indústria enfrenta este ano – a Medida Provisória nº 1.301, que estipulava a cobrança de 18% de imposto sobre criptomoedas, mas foi finalmente derrubada no Congresso.

Sobre o fato de votar a favor da medida temporária no conselho, Ribeiro afirmou que essa decisão é parte de uma estratégia:

“Há uma estratégia legislativa: as medidas temporárias têm duas votações, a primeira na comissão. Em seguida, votamos a favor na comissão, porque deve ser submetido à plenária e convencer o governo de que pode vencer. Lá, colaboramos com outros líderes e fizemos o trabalho necessário para derrotar essa medida temporária.”

Para ele, a medida indica uma falta de compreensão por parte do executivo. “Esta é uma questão que o mercado se preocupa muito. A regra aumenta os impostos para os investidores de menor porte e reduz os impostos para os de maior porte. Isso é uma manifestação da falta de compreensão do governo em relação ao mercado de criptomoedas”, afirmou.

O banco central está a fazer um bom trabalho na regulamentação das criptomoedas, afirmaram os deputados

Ribeiro enfatizou que a resolução publicada pelo Banco Central do Brasil está de acordo com as expectativas do mercado e estabelece uma base sólida para o desenvolvimento do setor de criptomoedas do país.

“Eu considero que esta resolução é um grande progresso e é algo há muito esperado pelo mercado de criptomoedas do Brasil. Esta lei fornece uma base ao banco central, permitindo-lhe convocar o mercado, realizar consultas públicas e oferecer a segurança legal e econômica necessária ao mercado.”

Na opinião dos parlamentares, o mercado começa a se estabelecer de forma muito clara. “O objetivo é proporcionar ao Brasil um ambiente regulatório que receba concorrentes internacionais e permita que eles estabeleçam suas sedes administrativas no país.”

Ribeiro também comentou sobre a regra que equipara a negociação de stablecoins e a negociação internacional de criptomoedas à troca de moedas - o que pode abrir caminho para a cobrança do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

“Acredito que iremos avançar com a discussão. Precisamos ter muitos diálogos com o departamento fiscal e o banco central para que o impacto no mercado seja o menor possível.”

Apesar da avaliação geral ser positiva, ele enfatizou que ainda há questões importantes a serem tratadas, como o Projeto de Lei nº 4.931/2023, que diz respeito à segregação de ativos, e que ele definiu como o próximo passo na regulamentação do mercado de criptomoedas no Brasil.

Por fim, o parlamentar enfatizou que o processo de supervisão do departamento continua a evoluir. “O mercado está em um estado de constante mudança. Estou certo de que os próximos passos virão. O Congresso não vai parar de legislar.”

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