A pressão sobre as margens está a forçar os principais operadores de mineração de criptomoedas a repensar completamente os seus modelos de negócio. Segundo a Jinse Finance, empresas como Riot Platforms (RIOT), Bitfarms (BITF), Core Scientific (CORZ), TeraWulf (WULF) e Marathon Digital (MARA) já não esperam mais pelos ciclos favoráveis do Bitcoin, mas estão a reconverter ativamente os seus data centers para inteligência artificial e computação de alto desempenho.
Duas estratégias diferentes, mesmo objetivo: diversificar as receitas
O fenómeno já não é marginal. As empresas de mineração compreenderam que manter uma infraestrutura dedicada exclusivamente à mineração de Bitcoin expõe ao risco de volatilidade da rentabilidade. A mudança para a AI/HPC representa um desenho estratégico bem definido: usar a mesma potência computacional para gerar fluxos de receita complementares e mais estáveis.
Alguns operadores optaram pelo caminho mais agressivo da conversão direta. Riot Platforms, Bitfarms, Core Scientific, TeraWulf e Marathon Digital estão a transformar fisicamente as suas instalações, alocando recursos computacionais para cargas de trabalho de inteligência artificial e cálculo científico de alto desempenho. Esta abordagem exige investimentos significativos em termos de reconfiguração de hardware e software, mas garante controlo total da capacidade.
Parcerias e colaborações: a alternativa mais flexível
Outras entidades, como a Iris Energy (IREN), CleanSpark (CLSK) e Cipher (CIFR), optaram por um caminho diferente: acordos de colaboração na capacidade de cálculo. Estes contratos permitem às empresas alugar ou disponibilizar a sua potência computacional para projetos de AI/HPC sem precisarem de gerir diretamente a infraestrutura técnica. Um modelo que reduz o risco operacional, mantendo ainda assim a diversificação das receitas.
A transição já é inevitável. Com o Bitcoin a navegar entre ciclos de rentabilidade incertos, as empresas de mineração que não se adaptarem correm o risco de ficar para trás. Quem conseguir integrar AI e HPC nas suas operações pode contar com uma nova fonte de rendimento resiliente, independentemente do desempenho do preço do Bitcoin.
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As empresas de mineração de Bitcoin abandonam os chips para placas gráficas: a mudança para IA e HPC torna-se inevitável
A pressão sobre as margens está a forçar os principais operadores de mineração de criptomoedas a repensar completamente os seus modelos de negócio. Segundo a Jinse Finance, empresas como Riot Platforms (RIOT), Bitfarms (BITF), Core Scientific (CORZ), TeraWulf (WULF) e Marathon Digital (MARA) já não esperam mais pelos ciclos favoráveis do Bitcoin, mas estão a reconverter ativamente os seus data centers para inteligência artificial e computação de alto desempenho.
Duas estratégias diferentes, mesmo objetivo: diversificar as receitas
O fenómeno já não é marginal. As empresas de mineração compreenderam que manter uma infraestrutura dedicada exclusivamente à mineração de Bitcoin expõe ao risco de volatilidade da rentabilidade. A mudança para a AI/HPC representa um desenho estratégico bem definido: usar a mesma potência computacional para gerar fluxos de receita complementares e mais estáveis.
Alguns operadores optaram pelo caminho mais agressivo da conversão direta. Riot Platforms, Bitfarms, Core Scientific, TeraWulf e Marathon Digital estão a transformar fisicamente as suas instalações, alocando recursos computacionais para cargas de trabalho de inteligência artificial e cálculo científico de alto desempenho. Esta abordagem exige investimentos significativos em termos de reconfiguração de hardware e software, mas garante controlo total da capacidade.
Parcerias e colaborações: a alternativa mais flexível
Outras entidades, como a Iris Energy (IREN), CleanSpark (CLSK) e Cipher (CIFR), optaram por um caminho diferente: acordos de colaboração na capacidade de cálculo. Estes contratos permitem às empresas alugar ou disponibilizar a sua potência computacional para projetos de AI/HPC sem precisarem de gerir diretamente a infraestrutura técnica. Um modelo que reduz o risco operacional, mantendo ainda assim a diversificação das receitas.
A transição já é inevitável. Com o Bitcoin a navegar entre ciclos de rentabilidade incertos, as empresas de mineração que não se adaptarem correm o risco de ficar para trás. Quem conseguir integrar AI e HPC nas suas operações pode contar com uma nova fonte de rendimento resiliente, independentemente do desempenho do preço do Bitcoin.